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domingo, 20 de março de 2011

Eduardo Bagnoli - " O sertão será a nova meca do turismo no Brasil" .

"O sertão será a nova meca do turismo no Brasil"
Embora viajar para o Nordeste seja quase sempre sinônimo de praias e coqueiros, para o empresário e consultor de turismo Eduardo Bagnoli o sertão nordestino será um dos grandes destinos turísticos do País


Texto e fotos: João Correia Filho

Há pouco mais de uma década, o empresário Eduardo Bagnoli era chamado de louco ao dizer que o sertão nordestino Hpoderia se transformar num dos grandes pólos de turismo do Brasil. Não desistiu de suas idéias e agora, mais que nunca, reúne argumentos para defender os seus projetos e opiniões. Nesta entrevista à revista PLANETA, Bagnoli explica o que há de tão especial nessa região brasileira. Experiente, também chama a atenção para a proteção ambiental do semiárido e diz que o preconceito é um dos motivos que impedem o crescimento do turismo no interior do Nordeste.
Para a maioria das pessoas, viajar pelo Nordeste é sinônimo de praia. O que lhe faz pensar que o sertão pode se tornar um grande pólo de turismo?
Primeiro, saber que os atrativos dessa região brasileira são similares e tão importantes quanto os de outros lugares no mundo, que recebem milhares de turistas todos os anos. O Nordeste possui paisagens únicas, centenas de sítios arqueológicos, cavernas, formações geológicas incríveis e muita coisa para ser descoberta.
Segundo, porque eu vejo o turismo em regiões de árido e semiárido como uma tendência mundial. Atualmente, esses locais são grandes pontos de visitação em todo o mundo.
Para dar apenas uma idéia, no Exterior, aproximadamente 70% do ecoturismo e do turismo de aventura são realizados nesses tipos de regiões, como na Patagônia argentina e na chilena, no Deserto do Atacama, nos parques nacionais do Meio-Oeste dos Estados Unidos, na África do Sul e nos desertos do Marrocos, da Tunísia, do Egito e, principalmente, da Austrália.
O açude Gargalheiras, na região do Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, que já recebe a visita de milhares de turistas todos os anos.
"O preconceito é um dos grandes impedimentos para que o turismo chegue ao interior do Nordeste"
E essa tendência se deve a quê?
Um dos motivos é que, em todo o mundo, o ser humano ocupou primeiro as áreas mais propícias à pecuária, à agricultura e à industrialização. Sobraram então os desertos e regiões mais secas, que foram deixados de lado. Isso fez com que, além da paisagem, grupos étnicos primitivos, bem como as suas culturas, fossem preservados nessas regiões remotas.
Hoje, são essas culturas que interessam ao estrangeiro, aos viajantes do Exterior, que querem descobrir locais inexplorados, costumes distintos. Além disso, nessas regiões você pode fazer turismo praticamente o ano inteiro, pois nelas quase não chove e as estações são bem definidas, o que é muito bom para o turismo.
E por que o senhor acha que esse potencial ainda não foi aproveitado no Brasil?
Costumo dizer que o preconceito é um dos grandes impedimentos para que o turismo chegue ao interior do Nordeste. Não o único, obviamente, mas um grande empecilho, principalmente por ter raízes históricas e culturais profundas.
Temos isso muito arraigado: na escola, por exemplo, temos como base a obra de escritores nordestinos renomados, como Graciliano Ramos e Raquel de Queiroz cujos livros fazem da seca e seus efeitos negativos o maior argumento narrativo.
Por conta dessa visão estereotipada e mais ligada ao passado é que até hoje o Nordeste é sempre associado a pessoas e animais sofrendo e morrendo de sede. Possui, porém, várias regiões e atrativos naturais e culturais que podem servir de base para o desenvolvimento do turismo sustentável e a erradicação da miséria crônica, que dispõe de poucas alternativas para ser combatida.
Quais seriam esses exemplos?
Posso assegurar que um marco nesse sentido é o trabalho desenvolvido na região do Cariri paraibano, mais especificamente no Lajedo do Pai Mateus, situado no município de Cabaceiras, na Paraíba. Em 1997, eu comecei a levar turistas para lá. Entre 2000 e 2004, somente a minha empresa levou mais de 3 mil escandinavos. Seguindo os meus passos, uma empresa concorrente também investiu no sertão e levou mais de 5 mil escandinavos para a região.
Atualmente existem muitas agências nacionais e estrangeiras levando turistas para o interior do Nordeste, embora esses locais do sertão ainda permaneçam desconhecidos para a maioria dos brasileiros.
O viajante brasileiro conhece a Patagônia, o Atacama, os parques nacionais do Meio-Oeste norte-americano, contudo, nunca foi aos parques nacionais da Serra da Capivara e Sete Cidades no Piauí, à Chapada Diamantina na Bahia ou ao próprio Lajedo do Pai Mateus, na Paraíba.
Para se ter uma idéia da dimensão do problema, a Serra da Capivara recebe 10 mil visitantes por ano, enquanto em um local com atrativos semelhantes no deserto australiano, o Parque Nacional de Kakadu, a visitação anual é de 260 mil pessoas.
Esses dois lugares possuem lindas paisagens naturais e abundantes pinturas pré-históricas milenares, mas, diferentemente daqui, têm visitação largamente incentivada por um grande programa de marketing.
E qual seria o caminho para isso?
Infelizmente, chego à conclusão de que para explorar o turismo do Nordeste é necessário focar primeiro no turista estrangeiro e, chamando a sua atenção, motivar assim o brasileiro.
Arrisco afirmar que os brasileiros ainda precisam de alguém para dizer que o que temos aqui no Brasil é bom. O majestoso Lajedo do Pai Mateus, na Paraíba, agora cogitado para fazer parte da seleta lista de Patrimônios Naturais da Humanidade, está apenas começando a ser notado pelos brasileiros.
E há estrutura para receber esses visitantes?
O Nordeste já tem a estrutura necessária? Claro que o interior não tem o mesmo padrão do litoral, com hotéis cinco-estrelas, resorts. Mas tem hotel bom, tem estrada boa, tem um povo hospitaleiro. A região está se desenvolvendo rapidamente, está bem servida de estradas, que são uma das moedas de troca dos políticos da região. Tem hotéis de padrão quatro- estrelas, como nas cidades de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e Campina Grande, na Paraíba. Esta última, por exemplo, tem até vôos diretos de São Paulo.
E o que mais é necessário para se avançar nesse sentido?
É necessário mais investimento, claro, mas também é preciso uma postura ética e patriótica que se contraponha à manutenção dos antigos estereótipos negativos.
O desenvolvimento sustentável dessa região, com base no turismo, pode representar a erradicação de boa parte da miséria e da má distribuição de renda que ainda hoje atingem vários Estados do Nordeste.
Guia turístico mostra as pinturas rupestres existentes no município de Currais Novos, no Seridó, no sertão do Rio Grande do Norte.

"Os brasileiros ainda precisam de alguém para dizer que o que temos aqui no Brasil é bom"
Infelizmente, para os nossos políticos, o turismo ainda não tem a relevância que merece, por mais que haja uma tendência mundial de crescimento do setor.
Mas não há projetos por parte do governo?
Sim, há projetos, mas sempre calcados no imediatismo, sem um planejamento. A região do Seridó, uma das mais pobres do Rio Grande do Norte, tem muitos sítios arqueológicos e forte cultura tradicional, com imensas belezas naturais.
Antes de incentivar a visitação a essa região - como hoje acontece -, devese garantir a preservação desse rico patrimônio, por intermédio da criação de unidades de conservação.
Deve-se também estabelecer a "capacidade de carga" para cada atrativo, estimando-se o número máximo de visitantes que podem receber por dia, sem que essa visitação implique danos ao meio, à sua integridade.
E é preciso traduzir tudo isso para a linguagem turística, o que significa fazer um museu, criar "ícones" da região. O vaqueiro, com o seu gibão de couro e o tatu, bicho resistente e encouraçado, poderiam muito bem ser utilizados nas campanhas de marketing da região.
Também a carne-de-sol e o delicioso queijo-de-coalho representariam bem o Nordeste. Por sua vez, o Seridó é um lugar de extrema importância para a pré-história brasileira.
No entanto, ali não existe um museu arqueológico de grande porte e moderno, que esteja à altura de toda essa ancestralidade e que desperte a curiosidade dos visitantes.
E a questão ambiental? Um avanço do turismo nessa região não poderia gerar um problema nesse sentido?
Por isso é que não se pode ser imediatista. Não existe turismo que tenha por base um atrativo natural, se não for criada uma unidade de conservação capaz de proteger o lugar e seu entorno.
É fato: assim que um lugar se transforma em atrativo turístico, começa a sua exploração comercial e o seu uso predatório. Há vários exemplos disso. Em Martins, cidade serrana do Rio Grande do Norte, existe a Casa de Pedra, uma das maiores cavernas brasileiras esculpidas, ao longo de milhões de anos, em mármore.
Porém, ela sofreu sérias depredações que impedem hoje a sua recuperação e retiram dela a beleza que poderia garantir a perpetuação de sua visitação e contribuição para o desenvolvimento econômico daquela área.
O que me consola é que a maioria desses lugares já está mapeada. E não podemos deixar que ocorram mais problemas nesse sentido. Isso, se houver vontade política.

Reportagem do Jornal NH do dia 17/03/2011, Caderno de Opinião.

A arquitetura de Gramado

      Treze Tílias chama turistas com meia dúzia de casa em estilo tirolês, ou alpino, ou austríaco. Como quiserem.Campos de Jordão chama turistas com dois quarteirões de casa no mesmo estilo. Ninguém vai à primeira para ver a fábrica de lacticínios ou à segunda para ver o palácio residencial do bispo Edir Macedo. Como ninguém vai à Europa para ver cidades de construção igual às brasileiras . Há algumas dezenas de anos os latinos do Sul frequentam Gramado por causa de suas dezenas de quarteirões e centenas de prédios em estilo bavário. A uniformidade das construções, com as variações que os bons arquitetos sabem desenhar, faz do conjunto uma obra de arte homogêniea, mas não repetitiva que traz multidões de turistas à cidade. Que, com esta moldura, pode apresentar o Natal Luz e outros eventos menores que permitem o pleno emprego aos trabalhadores e o retorno do capital aos empresários.

"Ninguém viaja quilometros para cair na mesmice. A cidade deveria se precaver (...)"

      Tempos em tempos, alguns monstrengos destoam na paisagem. São edificações que agridem a harmonia do conjunto. felizmente, poucas, e feitas não pelas construtoras mais importantes da cidade. São frutos do individualismo e desinteresse comunitário. Gramado não pode ficar à mercê desses egoísmo que ferem o complexo edificado. ninguém viaja quilômetros para cair na mesmice. A cidade deveria se precaver  e, a julgar por algumas construções recentes, não há um Plano Diretor que exija, além de recuo e altura, as formas arquitetônicas adequadas ao conjunto. O já está belamente edificado, não pode ser prejudicado por decisões de funcionários municipais. Ou desejos particulares de proprietários " amigo das autoridades", tão comuns no brasil. É um assuntoque deveria merecer ateção dos gramadenses, principalmente de seu Executivo, Legislativo e associações patronais. Já se vê pela cidade turistas que, para fotografias típicas, têm de mudar o ângulo da máquina para não captar uma dessas horrorosas construções modernas. É muito fácil perdê-lo.

Ivar Hartmann é promotor aposentado

terça-feira, 15 de março de 2011

Retirado do Jornal ABC , domingo dia 13/03/2011, pg 15

Viajando de maneira diferente

Desde muito jovem, descobri que a viagem era, para mim, a melhor maneira de aprender. Continuo até hoje com esta alma de peregrino, e decidi relatar nesta coluna algumas das lições que aprendi, esperando que possam ser úteis a outros peregrinos como eu.
1. Evite os museus - O conselho pode parecer absurdo, mas vamos refletir um pouco juntos: se você está numa cidade estrangeira, não é muito mais interessante ir à busca do presente que do passado? Acontece que as pessoas sentem-se obrigadas a ir a museus, porque aprenderam desde pequeninas que viajar é buscar este tipo de cultura. É claro que museus são importantes, mas exigem tempo e objetividade - você precisa saber o que deseja ver ali, ou vai sair com a impressão de que viu uma porção de coisas fundamentais para a sua vida, mas não se lembra quais são.
2. Frequente os bares - Ali, ao contrário dos museus, a vida da cidade se manifesta. Bares não são discotecas, mas lugares aonde o povo vai, toma algo, pensa no tempo, e está sempre disposto a uma conversa. Compre um jornal e deixe-se ficar contemplando o entra-e-sai. Se alguém puxar assunto, por mais bobo que seja, engate a conversa: não se pode julgar a beleza de um caminho olhando apenas sua porta.
3. Esteja disponível - O melhor guia de turismo é alguém que mora no lugar, conhece tudo, tem orgulho de sua cidade, mas não trabalha em uma agência. Saia pela rua, escolha a pessoa com quem deseja conversar, e peça informações (Onde fica tal catedral? Onde estão os Correios?). Se não der resultado, tente outra - garanto que no final do dia irá encontrar uma excelente companhia.
4. Procure viajar sozinho, ou - ser for casado - com seu cônjuge - Vai dar mais trabalho, ninguém vai estar cuidando de você(s), mas só desta maneira poderá realmente sair do seu país. As viagens em grupo são uma maneira disfarçada de estar numa terra estrangeira, mas falando a sua língua natal, obedecendo ao que manda o chefe do rebanho, preocupando-se mais com as fofocas do grupo do que com o lugar que se está visitando.
5. Não compare - Não compare nada, nem preços, nem limpeza, nem qualidade de vida, nem meio de transportes, nada! Você não está viajando para provar que vive melhor que os outros - sua procura, na verdade, é saber como os outros vivem, o que podem ensinar, como se enfrentam com a realidade e com o extraordinário da vida.
6. Entenda que todo mundo lhe entende - Mesmo que não fale a língua, não tenha medo: já estive em muitos lugares onde não havia maneira de me comunicar através de palavras, e terminei sempre encontrando apoio, orientação, sugestões importantes, e até mesmo namoradas. Algumas pessoas acham que, se viajarem sozinhas, vão sair na rua e se perder para sempre. Basta ter o cartão do hotel no bolso, e - numa situação extrema - tomar um táxi e mostrá-lo ao motorista.
7. Não compre muito - Gaste seu dinheiro com coisas que não vai precisar carregar: boas peças de teatro, restaurantes, passeios. Hoje em dia, com o mercado global e a internet, você pode ter tudo sem precisar pagar excesso de peso.
8. Não tente ver o mundo em um mês - Mais vale ficar numa cidade quatro a cinco dias, que visitar cinco cidades em uma semana. Uma cidade é uma mulher caprichosa, precisa de tempo para ser seduzida e mostrar-se completamente.
9. Uma viagem é uma aventura - Henry Miller dizia que é muito mais importante descobrir uma igreja que ninguém ouviu falar do que ir a Roma e sentir-se obrigado a visitar a Capela Sistina, com 200 mil turistas gritando nos seus ouvidos. Vá à capela Sistina, mas deixe-se perder pelas ruas, andar pelos becos, sentir a liberdade de estar procurando algo que não sabe o que é, mas que - com toda a certeza - irá encontrar e mudará a sua vida.
Ver imagem em tamanho grande Paulo Coelho


sábado, 12 de março de 2011

O Programa Turismo e Negócios

Há dez anos no ar, o Programa Turismo & Negócios entra no ar ao vivo de segunda a sexta-feira das 11h às 12h, na Rádio Clube 88,5 FM também pelo site www.radioclubedecanela.com.br


Confira nossa proposta de atuação:

Quadros & Entrevistas

O Programa Turismo & Negócios é um fórum aberto e permanente para que profissionais, entidades e organizações sociais, colaborem para o processo de formação de opinião, especialmente em relação ao turismo e a sustentabilidade.

Os quadros Atualidades, Espaço Público & Empresarial e Agenda, são qualificados através da participação de articulistas em áreas como gestão, meio ambiente, comunicação, cultura, hospitalidade e ética, valorizando ações de responsabilidade social e ambiental, o meio empresarial e cultural.

Comunicação Visual

Lançamos a identidade visual do Programa Turismo & Negócios, juntamente com nossa news latter. Uma maneira de antecipar a informação sobre os assuntos que estarão em evidência no Turismo & Negócios e ao mesmo tempo difundir de maneira consistente o trabalho de comunicação realizado pela equipe do programa. Neste caminho, a criação do Site Turismo & Negócios torna-se uma ferramenta fundamental, pois permite que o programa se torne um fórum permante de discussão em tempo real.

Referencial

O Programa Turismo & Negócios, possui o propósito de se tornar um referencial em informação e valorização do empreendedorismo e de ações de sustentabilidade ambiental e social.
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http://turismoenegocios.tur.br/

21ª FESTA DA COLONIA DE GRAMADO

DIA NACIONAL DO TURISMO - 02 DE MARÇO -


Principais pontos turísticos do Brasil
Segundo a Organização Mundial de Turismo, esse é classificado como “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros."
O sujeito que faz essa movimentação é considerado turista, ou seja, a pessoa que se desloca para um lugar diferente de onde reside ou de onde trabalha.
O turismo é uma atividade prazerosa, que traz descanso ao corpo e à mente do turista, pois mesmo saindo a trabalho, tem a oportunidade de vivenciar momentos que fogem da sua rotina habitual.
Mundialmente falando, dados da OMT mostram que o turismo é uma atividade que corresponde a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, chegando a agitar US$ 3,4 trilhões. Essa movimentação gera crescimento em outros importantes setores da economia de uma região, como a criação de milhões de empregos, e atinge grande impacto nas áreas sociais, políticas e culturais das regiões em que ocorrem.
No Brasil, o dia do turismo é comemorado em 2 de março. No país, atividade movimenta a economia de várias cidades e regiões sendo: Rio de Janeiro – praias e carnaval; Salvador – cultural e carnaval; Aparecida do Norte – religião; Gramado – natal e festival de cinema; Pantanal Mato-grossense – ecológico; dentre outras. Nessas localidades, o turismo é responsável por melhorias nas estruturas físicas, nas condições de vida da população e geração de mais empregos.
O turismo pode ser dividido em diversas áreas como: aventureiro, cultural, negócios, ecológico, religioso e de terceira idade, onde cada um prioriza os aspectos mais relevantes.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

CONCEITOS DE PLANEJAMENTOS TURÍSTICOS DA TURMA 2011

"Planejamento turístico é pensar, organizar e desenvolver tanto eventos como uma rota turística de uma forma auto-sustentável e fazendo com que a comunidade como um todo se interesse e participe espontaneamente. E para um palenjamento ser realizado com sucesso de se pensar em todos os empecílios que poderão surgir."
Alunos: Natali , Maura, Priscila.

"Planejamento Turístico : processo de análise e estudo de uma área turística específica que visa executar determinada atividade com o mínimo de falhas, visando sempre a sustentabilidade ambiental e social do meio."
Alunos: Ana Carolina, Rosane, Rosiéle.

"Planejamento Turístico ação dirigida pelo processo de organização, moldar parâmetros, pensar as possibilidades, muitas, decorrentes do pensamento e da realização do planejamento, que envolve, tanto a formação como o funcionamento. Colhe-se pelo planejamento a possibilidade de êxito tal como o insucesso do empreendimento turístico."
Alunos: Everton, Amauri.

"Planejamento turístico é um processo necessário para o desenvolvimento das atividades turísticas, para apontarmos a prioridade e possíveis soluções de prováveis problemas que ocorrem no decorrer de cada atividade turística, e busca lucros e benefícios."
Alunos: Sharlene, Keicyane.

"Planejamento é um método utilizado para organizar um trabalho para que possa ser bem sucedido, através de análises da área a ser utilizada, prevendo a estrutura, coordenação, implementação de projetos que preservam o meio ambiente, sócio cultural e outros."
Alunos: Monalisa, Giovana, Guilherme, Emanuele.

Deixe você também sua opinião sobre o conceito de Planejamento Turístico, PARTICIPE!!!!!!!